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s gargalos logísticos ligados à conexão entre os estados do Nordeste têm representado um entrave não apenas para a Região, mas também para todo o País, o qual arca com custos mais elevados por conta da infraestrutura deficiente. Abordado no livro “Integra Brasil: Fórum Nordeste no Brasil e no Mundo”, o tema deverá ser um dos desafios para a Região nos próximos anos.
Segundo o economista Cláudio Ferreira Lima, o desenvolvimento do Nordeste, nos últimos anos, foi benéfico para todo o Brasil
Segundo o economista e coordenador técnico do projeto Integra Brasil, Cláudio Ferreira Lima, o desenvolvimento do País, nos próximos anos, depende também do crescimento do Nordeste, que concentra 28% dos brasileiros.
Para o economista, enquanto a Região tiver renda significativamente abaixo da média nacional, obstáculos que emperram o crescimento do País permanecerão. “É o aumento da renda que pode fazer o mercado interno se expandir”, exemplifica. Ele acrescenta que o avanço do Nordeste, nos últimos anos, “mostrou que esse é o caminho” para alavancar a economia nacional.
Fonte: Diário do Nordeste – Economia
Buscar uma forma de integrar melhor os estados do Nordeste é um dos desafios do Brasil para alavancar a infraestrutura econômica da região e fazer o País mudar. Esse é um dos resultados do relatório do Integra Brasil: Fórum Nordeste no Brasil e no Mundo, um dos mais completos panoramas originado no setor produtivo sobre a questão regional brasileira.
O DECOPE – Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC&LOGÍSTICA apurou, nos últimos 12 meses, aumento acumulado de 7,85% nos custos operacionais de transporte rodoviário de cargas fracionadas, o INCTF.
O principal vilão na estrutura de custos das empresas de transporte foi o óleo diesel, que respondeu, sozinho, por aumento de 17,27% no preço do litro nas bombas. Os insumos que também colaboraram para esse aumento foram os salários de motoristas e ajudantes, com aumento acumulado de 10,22% e 10,23% respectivamente, as despesas administrativas (exceto salários), com 5,67%, salários administrativos, com 10,12%, pneus, com 12,7%, veículo, com 6,87%, seguros, com 6,07% e recapagem, com 3,77%. Os demais insumos também tiveram aumentos, mas relativamente menores.
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