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1 ANO DE SAUDADE

Missa7o.DiaClaireAnne


Gargalos da logística debatidos

2014-02-12 16.32.42O presidente da Associação Nordestina de Logística (Anelog), Fernando Trigueiro, esteve ontem no Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Ceará (Setcarce), onde falou sobre ‘Qualidade dos Serviços Logísticos’ e divulgou pesquisa sobre o assunto no Nordeste e no Ceará. Segundo o estudo, 30% do faturamento das empresas fazem parte do custo da cadeia de suprimentos. “Isto é o dobro das regiões Sul e Sudeste (15%), e quase três vezes mais que nos Estados Unidos ou nos tigres asiáticos (11%). Para aumentar seus lucros, as empresas precisam reduzir custos e investir em gestão logística”, disse.

Ele destacou que satisfazer o cliente é imprescindível, pois produtos existem em todo lugar, os preços são parecidos, mas a qualidade dos serviços prestados acaba sendo o grande diferencial para quem quer obter sucesso. “Competência para resolver problemas e velocidade no atendimento ao cliente, são os principais fatores que o levam a realizar negócios com uma empresa. Não se deve vender preço, pois assim encontramos compradores. Vendendo valor, conquistamos clientes”, destacou Fernando Trigueiro.

A diretora executiva da Reed Exhibitions Alcântara Machado, Tatiane Menezes, lançou, a Movimat Nordeste – Feira Internacional de Intralogística e a Tranporte & Logística Nordeste, que acontecerão de 25 a 28 de março, em Pernambuco. Os eventos são voltados para os setores de armazenagem, elevação, automação, embalagem, movimentação de empilhadeiras, transporte de mercadorias e serviços logísticos, com mais de 100 expositores, em 12.000 m² de área. “As expectativas são as melhores possíveis, pois as questões de transporte, logística e falta de mão de obra qualificada, são os principais gargalos do Nordeste. E nossas feiras regionais estão surpreendendo, tanto em número de visitantes, quanto de expositores”, afirmou.

Jornal: O Estado com edição do SETCARCE

SETCARCE PRESENTE AO PROGRAMA O POVO – ECONOMIA –

ENTREVISTA-NA-TV-O-POVO-300x224O Presidente do SETCARCE Clovis Nogueira Bezerra e o Diretor Francisco Pontes participaram do Programa O Povo Economia com a Jornalista Leila Fontenele, realizado dia 13 de fevereiro.

Acesse ao programa no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=NUk7uuM4fqU&feature=youtube_gdata_player

CTLOG CEARÁ-ADECE VISITA O COMPLEXO PORTUÁRIO DO PECÉM E A ZONA DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO – ZPE

Visita Porto PecemOs componentes da Câmara Setorial de Logística do Ceará – CTLog, da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará – ADECE, efetuaram nesta quinta-feira 12 de fevereiro do corrente visita ao CIPP – Complexo Industrial e Portuário do Pecém e a ZPE – Zona de Processamento de Exportação.

O SETCARCE esteve representado pelo Gerente Espedito Róseo Júnior, -2º secretário da CTLog. Estiveram presentes também o Diretor do SETCARCE e da CERAMA TRANSPORTES Marco Massari, o Diretor da REMEX LOGÍSTICA Paulo Roberto Luca, o Diretor da TERMCO LOGÍSTICA Carlos Maia, o Presidente da CTLOG Francisco Lima Matos, e demais componentes da Câmara Temática de Logística.

Visita Porto Pecem.1A visita teve início na administração do Porto, onde o Diretor Valdir da Frota Sampaio apresentou um histórico  de sua instalação e os Projetos previstos. Ressaltou o aumento de 40% na movimentação em 2013, em relação ao ano de 2012.

Posteriormente a comitiva dirigiu-se a ZPE – Zona de Processamento de Exportação, onde o Diretor Presidente Cesar Augusto Ribeiro apresentou detalhes da instalação da 1ª ZPE em operação no Brasil.Visita ZPE

Vide apresentação clicando no link abaixo:

APRESENÇÃO ZPE CEARA.

Porto do Pecém

O Complexo Portuário do Pecém tem como objetivo viabilizar a operação de atividades portuárias e industriais integradas, imprescindíveis ao desenvolvimento de um complexo com características de Porto Industrial. Constituído de dois piers marítimos, sendo um para insumos e produtos siderúrgicos e carga geral e outro para granéis líquidos, em especial óleo cru e derivados de petróleo, iniciou suas operação comerciais em novembro de 2001, sendo inaugurado em março de 2002.

Por se tratar de um terminal “off shore” os piers de atracação estão protegidos da ação das ondas e correntes por um quebra-mar de berma, na forma de “L” com 1.768 m de extensão. Ambos os piers são ligados ao continente por uma ponte rodoviária, que interliga o Pátio de Armazenagem às instalações de atracação de navios.

O Complexo opera movimentando matérias primas siderúrgicas, produtos siderúrgicos acabados, fertilizantes e cereais em granel, contêineres e granéis líquidos e gasosos.

No ano passado, oito anos após sua inauguração, o porto de São Gonçalo do Amarante movimentou 167 mil TEUS e 3,15 milhões de toneladas, além de receber a atracação de 529 navios. Esses indicadores, comparados ao primeiro ano de operação do terminal, representam cinco vezes mais contêineres, oito vezes mais tonelagem e três vezes mais a quantidade de navios aportados.


O Porto tem como missão incrementar o transporte intermodal de cargas na região, pela oferta de infraestrutura, de programas, de sistemas e de parcerias que resultem em desenvolvimento sócio-econômico para a população do Estado do Ceará, em observância à Legislação Ambiental vigente.

Ampliação

Com apenas oito anos de operação o Terminal Portuário do Pecém lidera a a exportação de frutas e calçados, e mantém a terceira posição na importação de produtos siderúrgicos, ferro e aço e também na movimentação de algodão. A sua ampliação e a implantação do Terminal de Múltiplo Uso (TMUT), visam atender à crescente movimentação de cargas múltiplas e gerais. A obra esta orçada em R$ 342 milhões e irá consolidar o terminal, cada vez mais, como um porto concentrador de cargas, uma vez que suas instalações físicas permitirão a atracação de navios de grande porte.


O TMUT está previsto para ficar pronto ainda em 2011 e as obras envolvem uma série de medidas, como o prolongamento de mil metros do quebra-mar existente; a construção de dois berços de atracação; a implantação de linha de guindastes para descarregamento e carregamento de contêineres; a ampliação da ponte que dá acesso ao terminal em 363 metros de extensão; e a instalação de energia elétrica, entre outras.

Terminal de Regaseificação de GNL
Com um projeto inédito no mundo, a Petrobras iniciou em 2008 sua atuação como agente no mercado internacional de gás liquefeito (GNL), a partir da entrada em operação dos terminais de regaseificação no Porto do Pecém. O terminal tem capacidade para regaseificar 7 milhões de m³ de gás por dia, o equivalente a cerca da metade do consumo de gás natural demandado pelo mercado térmico em todo País. O gás é usado, prioritariamente, para geração de energia elétrica nas usinas Termoceará, Termofortaleza e Jesus Soares Pereira (RN).

Para receber o gás o terminal sofreu adaptações na estrutura do píer 2 que funcionava como terminal de derivados de petróleo. Para a adequação, foram construídas duas plataformas de concreto para elevar a altura do píer em três metros. Também foi feito o reforço na estrutura de atracação e amarração das embarcações, e montadas facilidades para a transferência de GNL entre o berço externo e interno do píer (sistema de tubulações, válvulas e instrumentação), chamado skid central.


Além das intervenções do píer, foi construído um gasoduto com 22,5 km de extensão que vai ligar o terminal à malha de transporte já existente. Nas obras foram investidos um total de R$ 6 milhões.

Siderúrgica

Empreendimento envolvendo o Governo do Estado, o grupo brasileiro Vale do Rio Doce e a coreana DongKuk, a Companhia Siderúrgica do Ceará, a ser instalada no Pecém, receberá US$ 6 bilhões em investimentos. Somente na primeira etapa, produzirá 2,5 milhões de toneladas de placas de aço por ano, podendo ser expandida para 5 milhões. O empreendimento deve gerar cerca de cinco mil empregos na sua operação. A nova unidade terá como matriz energética o carvão mineral e deverá entrar em funcionamento dentro de três anos e meio







Porto do Pecém

O Complexo Portuário do Pecém tem como objetivo viabilizar a operação de atividades portuárias e industriais integradas, imprescindíveis ao desenvolvimento de um complexo com características de Porto Industrial. Constituído de dois piers marítimos, sendo um para insumos e produtos siderúrgicos e carga geral e outro para granéis líquidos, em especial óleo cru e derivados de petróleo, iniciou suas operação comerciais em novembro de 2001, sendo inaugurado em março de 2002.

Por se tratar de um terminal “off shore” os piers de atracação estão protegidos da ação das ondas e correntes por um quebra-mar de berma, na forma de “L” com 1.768 m de extensão. Ambos os piers são ligados ao continente por uma ponte rodoviária, que interliga o Pátio de Armazenagem às instalações de atracação de navios.

O Complexo opera movimentando matérias primas siderúrgicas, produtos siderúrgicos acabados, fertilizantes e cereais em granel, contêineres e granéis líquidos e gasosos.

No ano passado, oito anos após sua inauguração, o porto de São Gonçalo do Amarante movimentou 167 mil TEUS e 3,15 milhões de toneladas, além de receber a atracação de 529 navios. Esses indicadores, comparados ao primeiro ano de operação do terminal, representam cinco vezes mais contêineres, oito vezes mais tonelagem e três vezes mais a quantidade de navios aportados.


O Porto tem como missão incrementar o transporte intermodal de cargas na região, pela oferta de infraestrutura, de programas, de sistemas e de parcerias que resultem em desenvolvimento sócio-econômico para a população do Estado do Ceará, em observância à Legislação Ambiental vigente.

Ampliação

Com apenas oito anos de operação o Terminal Portuário do Pecém lidera a a exportação de frutas e calçados, e mantém a terceira posição na importação de produtos siderúrgicos, ferro e aço e também na movimentação de algodão. A sua ampliação e a implantação do Terminal de Múltiplo Uso (TMUT), visam atender à crescente movimentação de cargas múltiplas e gerais. A obra esta orçada em R$ 342 milhões e irá consolidar o terminal, cada vez mais, como um porto concentrador de cargas, uma vez que suas instalações físicas permitirão a atracação de navios de grande porte.


O TMUT está previsto para ficar pronto ainda em 2011 e as obras envolvem uma série de medidas, como o prolongamento de mil metros do quebra-mar existente; a construção de dois berços de atracação; a implantação de linha de guindastes para descarregamento e carregamento de contêineres; a ampliação da ponte que dá acesso ao terminal em 363 metros de extensão; e a instalação de energia elétrica, entre outras.

Terminal de Regaseificação de GNL
Com um projeto inédito no mundo, a Petrobras iniciou em 2008 sua atuação como agente no mercado internacional de gás liquefeito (GNL), a partir da entrada em operação dos terminais de regaseificação no Porto do Pecém. O terminal tem capacidade para regaseificar 7 milhões de m³ de gás por dia, o equivalente a cerca da metade do consumo de gás natural demandado pelo mercado térmico em todo País. O gás é usado, prioritariamente, para geração de energia elétrica nas usinas Termoceará, Termofortaleza e Jesus Soares Pereira (RN).

Para receber o gás o terminal sofreu adaptações na estrutura do píer 2 que funcionava como terminal de derivados de petróleo. Para a adequação, foram construídas duas plataformas de concreto para elevar a altura do píer em três metros. Também foi feito o reforço na estrutura de atracação e amarração das embarcações, e montadas facilidades para a transferência de GNL entre o berço externo e interno do píer (sistema de tubulações, válvulas e instrumentação), chamado skid central.


Além das intervenções do píer, foi construído um gasoduto com 22,5 km de extensão que vai ligar o terminal à malha de transporte já existente. Nas obras foram investidos um total de R$ 6 milhões.

Siderúrgica

Empreendimento envolvendo o Governo do Estado, o grupo brasileiro Vale do Rio Doce e a coreana DongKuk, a Companhia Siderúrgica do Ceará, a ser instalada no Pecém, receberá US$ 6 bilhões em investimentos. Somente na primeira etapa, produzirá 2,5 milhões de toneladas de placas de aço por ano, podendo ser expandida para 5 milhões. O empreendimento deve gerar cerca de cinco mil empregos na sua operação. A nova unidade terá como matriz energética o carvão mineral e deverá entrar em funcionamento dentro de três anos e meio

O SETCESP e a NTC recomendam a aplicação da TRT em todas as regiões metropolitanas

O SETCESP e a NTC recomendam a aplicação da TRT em todas as regiões metropolitanas

A TRT (Taxa de Restrição ao Trânsito) foi criada em consequência das restrições à circulação de veículos de transporte de carga impostas em mais de 100 municípios em todo o Brasil. Estas restrições dificultam as entregas nos centros urbanos, provocando um aumento nos custos operacionais das empresas.

Esta taxa busca ressarcir o transportador pelos custos adicionais, sempre que a coleta e/ou entrega for realizada em municípios que possuam algum tipo de restrição à circulação de veículos de carga e/ou à própria atividade de carga e descarga.

Para centros urbanos importantes e complexos, onde as restrições são mais severas e, consequentemente, diminuem ainda mais a produtividade dos veículos, a TRT deve ser agravada para compensar a elevação dos custos.

A cobrança desta taxa é feita através de um percentual do frete original, que em alguns casos pode chegar até 20% do frete.

Outro fato importante, que a NTC e o SETCESP ressaltam, é que a TRT deve ser cobrada em todos os municípios de regiões metropolitanas; pois, ainda que haja algum município que não tenha adotado medidas restritivas, é impossível acessar outras cidades sem passar por uma que não as tenha adotado.

 

Fonte: NTC&Logística

ENTREVISTA NA TV O POVO NO PROGRAMA "O POVO ECONOMIA"


NÃO PERCAM: ENTREVISTA NA TV O POVO NO PROGRAMA “O POVO ECONOMIA” Hoje 13/02/2014, ÀS 23 HORAS.

ENTREVISTA NA TV O POVONÃO PERCAM: ENTREVISTA NA TV O POVO NO PROGRAMA “O POVO ECONOMIA”

HOJE

13/02/2014, ÀS 23 HORAS.



TV aberta​:​canal 48;

Multiplay: ​canal 23.
Reprises: sábado 15/02/2014 às 15 horas e segunda 17/02/2014 às 11 horas. O Programa O POVO Economia, apresentará entrevista com o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Ceará, Clovis Nogueira Bezerra, Francisco Pontes-Diretor do SETCARCE. Você pode assistir ao programa também através do portal:
www.

tv.opovo.com.br/







12/02/2014 ÀS 16h00min: PALESTRA "QUALIDADE DOS SERVIÇOS LOGÍSTICOS"

MOVIMAT

Tema: Qualidade dos Serviços Logísticos – Como aumentar a competitividade

Palestrante: Fernando Trigueiro – Presidente da Associação Nordestina de Logística – ANELOG

Data: 12 de fevereiro de 2014 – Quarta-feira

Horário: 16h00min

Local: Auditório do Setcarce – BR 116 Km 8, nº 3151 – Bairro: Messejana – Fortaleza – CE. Fone: (85) 3276.4118

Solicitamos confirmar presença através do email setcarce@setcarce.org.br /ou anelog@anelog.com.br, informando: Nome completo / Empresa / Cargo / Telefone para contato

É com grande satisfação que os convidamos para participar da palestra de apresentação da Movimat Transporte e Logística Nordeste, feira de negócios que se realizará no período de 25 a 28 de março de 2014, em Pernambuco. O evento é voltado para os setores de armazenagem, elevação, automação, embalagem, movimentação, empilhadeiras, transporte de mercadorias e de serviços logísticos, trazendo uma área de exposição com as principais empresas do Nordeste e também do Brasil, assim como uma plataforma de conteúdo, oferecendo workshops para capacitação e trazendo as novidades e tendências dos setores abordados

INTEGRA BRASIL 'Avanço do País depende do NE'

Os gargalos logísticos ligados à conexão entre os estados do Nordeste têm representado um entrave não apenas para a Região, mas também para todo o País, o qual arca com custos mais elevados por conta da infraestrutura deficiente. Abordado no livro “Integra Brasil: Fórum Nordeste no Brasil e no Mundo”, o tema deverá ser um dos desafios para a Região nos próximos anos.

claudioferreiraSegundo o economista Cláudio Ferreira Lima, o desenvolvimento do Nordeste, nos últimos anos, foi benéfico para todo o Brasil

Segundo o economista e coordenador técnico do projeto Integra Brasil, Cláudio Ferreira Lima, o desenvolvimento do País, nos próximos anos, depende também do crescimento do Nordeste, que concentra 28% dos brasileiros.

Para o economista, enquanto a Região tiver renda significativamente abaixo da média nacional, obstáculos que emperram o crescimento do País permanecerão. “É o aumento da renda que pode fazer o mercado interno se expandir”, exemplifica. Ele acrescenta que o avanço do Nordeste, nos últimos anos, “mostrou que esse é o caminho” para alavancar a economia nacional.

Distância

Ferreira ressalta que, devido à deficiência na rede de transportes entre os estados, aqueles que estão mais distantes têm as relações comerciais bastante afetadas. “O Ceará se relaciona mais com o Piauí e o Maranhão, enquanto a Bahia está mais ligada ao Sergipe”, ilustra.

O livro foi “Integra Brasil: Fórum Nordeste no Brasil e no Mundo” foi lançado ontem por representantes do Centro Industrial do Ceará e da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec). Ele é resultado de workshops e discussões, no Nordeste, promovidas pelas duas entidades.

Fonte: Diário do Nordeste – Economia

Integração entre regiões é um dos desafios do País

RelatórioSegundo o relatório do Integra Brasil, houve estratégias de crescimento no País, e, em 2013, no entanto, não foi dado relevância à questão regional.



Relatório aponta que o elo entre os estados deve ser feito por meio de eixos rodoviários, ferroviários,

portuários e aeroviários


Buscar uma forma de integrar melhor os estados do Nordeste é um dos desafios do Brasil para alavancar a infraestrutura econômica da região e fazer o País mudar. Esse é um dos resultados do relatório do Integra Brasil: Fórum Nordeste no Brasil e no Mundo, um dos mais completos panoramas originado no setor produtivo sobre a questão regional brasileira.


O relatório aponta que o elo entre os estados deve ser feito por meio de eixos rodoviários, ferroviários, portuários e aeroviários. Reforça que foram adotadas estratégias de crescimento, especialmente em infraestrutura, sem, no entanto, dar relevo à questão regional. Um dos pontos críticos levantados pelo livro é a situação de concessões de rodovias, que apenas tangencia a Bahia, mas não penetra no Nordeste.


“O Ceará, por exemplo, tem que estar mais integrado ao Piauí e ao Maranhão, por estarem mais próximos. Porém, falta investimentos em infraestrutura, especialmente na área de transporte e logística”, afirma o economista e coordenador técnico do projeto, Cláudio Ferreira Lima.


Nas palavras do economista, com a integração intrarregional, o Nordeste faria o Brasil entrar no mercado mundial com maior poder de competitividade. “Com o alargamento do Canal do Panamá haverá uma mudança substancial de crescimento das relações comerciais, já que o Nordeste está mais próximo do canal”, avalia.


Plano Estratégico

O relatório será lançado pela presidente do Centro Industrial do Ceará (CIC), Nicolle Barbosa, que também apresentará, em março, o Plano Estratégico para o Nordeste, com o intuito de traçar diretrizes para o Desenvolvimento Econômico e Social da Região.


De acordo com o coordenador técnico do projeto, 28% da população brasileira vive no Nordeste, região responsável por apenas 13,5% do PIB do País. “O Brasil não vai ser desenvolvido enquanto o Nordeste continuar sendo subdesenvolvido. A tendência é que esta região se torne a mais importante do País”, aposta.


Serviço

Lançamento do “Integra Brasil: Fórum Nordeste”

Quando: Hoje, às 19 horas

Onde: Auditório Luiz Esteves Neto, da Fiec


Por quê


ENTENDA A NOTÍCIA


O Relatório do Integra Brasil é resultado de discussões sobre o desenvolvimento dos estados nordestinos, promovidos pelo Centro Industrial do Ceará (CIC) e Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

Fonte: O povo

ELEVAÇÃO DE CUSTOS E DEFASAGEM DE FRETES EXIGEM REAJUSTE IMEDIATO DE 14,06%

elevacaocustos O DECOPE – Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC&LOGÍSTICA apurou, nos últimos 12 meses, aumento acumulado de 7,85% nos custos operacionais de transporte rodoviário de cargas fracionadas, o INCTF.

O principal vilão na estrutura de custos das empresas de transporte foi o óleo diesel, que respondeu, sozinho, por aumento de 17,27% no preço do litro nas bombas. Os insumos que também colaboraram para esse aumento foram os salários de motoristas e ajudantes, com aumento acumulado de 10,22% e 10,23% respectivamente, as despesas administrativas (exceto salários), com 5,67%, salários administrativos, com 10,12%, pneus, com 12,7%, veículo, com 6,87%, seguros, com 6,07% e recapagem, com 3,77%. Os demais insumos também tiveram aumentos, mas relativamente menores.

Por outro lado, pesquisa realizada pelo mesmo DECOPE, junto às empresas de transporte de carga fracionada, identificou defasagem de frete na ordem de 5,78%, no ano de 2013, que é a diferença entre o frete efetivamente praticado e o custo necessário para remunerar a atividade. Isto porque em 2013 as empresas não obtiveram êxito na renegociação de seus acordos de preços com os clientes, principalmente pela diminuição do ritmo da atividade econômica nacional.

Considerados esses dois fatores, emerge a necessidade imperiosa de se recompor imediatamente as tarifas dessas empresas em pelo menos 14,06%, medida essencial para a manutenção de seus compromissos e investimentos.

Como se sabe, o setor ainda tem como agravante de custos os gargalos da infraestrutura, que vêm reduzindo, sobremaneira, a produtividade. Para não enumerar todas as deficiências de infraestrutura, seguem algumas, tais como: restrições à circulação nos centros urbanos, que hoje alcançam mais de 100 municípios em todo Brasil, barreiras fiscais, a ineficiência nos terminais dos embarcadores e as questões trabalhistas, que ganharam várias exigências adicionais com a Lei 12.619 de junho de 2012. Fora a situação precária da infraestrutura rodoviária e portuária que as empresas têm que enfrentar, além da grande escassez de mão de obra qualificada no setor, notadamente de motoristas.

Assim sendo é de fundamental importância que empresas de transportes e seus clientes se  sensibilizem para a necessidade de revisarem seus acordos de preços, como forma de manter empresas saudáveis e parcerias sustentáveis.

LEI 12.619 E OS ÍNDICES DE CUSTOS

A Lei 12.619, que entrou em vigor no dia 17 de junho de 2012 e que regulamenta a profissão do motorista, seja ele empregado ou autônomo, trouxe avanço significativo ao setor de transportes, e, com ele, aumentos expressivos nos custos operacionais das empresas transportadoras. De acordo com estudos já desenvolvidos pelo DECOPE, este aumento variou de 14,98% a 28,92%, dependendo a operação de transporte.

Destaque-se que o impacto dessa nova legislação não foi captado pelos índices (INCTF, INCTL entre outros), porque os parâmetros utilizados pelo DECOPE já atendiam às exigências impostas pela nova legislação.

Assim, aquelas empresas que não ajustaram seus preços aos novos custos devem fazê-lo o mais rápido possível, antes que os mesmos agravem de forma irreversível as suas finanças. Aquelas que não repassaram o aumento de custos imposto pela Lei 12.619 devem acrescer ao INCTF o respectivo índice de impacto.


Fonte: NTC&Logística/DECOPE