O SETCARCE e o SINDICAM firmaram aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2020 para estabelecer a prorrogação da mesma por 90 dias.

O SETCARCE e o SINDICAM firmaram aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2020 para estabelecer a prorrogação da mesma por 90 dias, a contar de 1º de Junho de 2020, suspendendo o início das negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2020/2021 por esse prazo. Esse aditivo está em conformidade com as disposições da Medida Provisória 927/2020 e visa permitir que sejam avaliados os impactos da pandemia do COVID-19 para empresas e empregados.

CONVITE – 17/06 – 10hrs – ENCONTRO DE CRÉDITO BNB/SEBRAE-SETCARCE/FETRANSLOG-NE

Caros Diretores/Associados,
Convocamos para reunião com SEBRAE E BNB – Banco do Nordeste do Brasil, dia 17/06/2020 – próxima quarta-feira, às 10 horas, através da plataforma TEAMS
Serão apresentadas linhas de crédito anunciadas pelas instituições financeiras, com taxa de juros subsidiadas e utilização do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas. FNE-Emergencial para operação pelo BNB no Nordeste, com recursos oriundos do FNE, com juros de 2,5% ao ano e carência até dezembro de 2020.
LINK PARA PARTICIPAÇÃO DA REUNIÃO:
Veja abaixo material divulgado na reunião anterior, realizada em 18/05/20.

Sest Senat inicia ação nacional que aplicará testes rápidos da covid-19 em 30 mil trabalhadores

Iniciativa do SEST SENAT fará testagem em caminhoneiros autônomos, motoristas profissionais do transporte rodoviário de cargas e motoristas e cobradores do transporte coletivo rodoviário de passageiros

Começa nesta segunda-feira (8) a ação nacional do SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) para oferecer testes gratuitos da covid-19 aos caminhoneiros autônomos, motoristas profissionais do transporte rodoviário de cargas e motoristas e cobradores do transporte coletivo rodoviário de passageiros.

Ao todo, disponibilizados 30 mil testes em terminais de cargas e de passageiros, postos de combustíveis, pontos de parada em rodovias e em unidades operacionais do SEST SENAT. Durante as abordagens, os profissionais também receberão orientações de prevenção da doença e de higienização das mãos e dos veículos, além de máscaras de tecido reutilizáveis.

“Nosso objetivo é contribuir com dados importantes e estratégicos para empresas, transportadores autônomos, trabalhadores do setor, governo e sociedade sobre a disseminação do vírus no setor de transporte. Desde o início da crise, o Sistema CNT tem trabalhado para reduzir os impactos na produtividade das empresas e na saúde dos trabalhadores do setor. Além disso, a iniciativa do SEST SENAT é também uma forma de contribuir com as políticas públicas que estão sendo adotadas pelo governo federal e governos estaduais no controle da pandemia no país”, afirma o presidente da CNT e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, Vander Costa.

Os testes rápidos que serão realizados levam em consideração a quantidade de anticorpos (IgM e IgG) produzidos pelo corpo humano contra o vírus SARS-COV-2, que provoca a covid-19.

No caso de resultado positivo, os trabalhadores serão orientados a buscar atendimento em centros de saúde e sobre o correto isolamento social durante o período de recuperação.

Confira aqui para fazer download do arquivo com os locais da ação

Fonte: Agência CNT Transporte Atual

FGTS: empresas podem suspender recolhimento até agosto

O Conselho Curador do FGTS autorizou aos empregadores, que tenham aderido ao parcelamento de débitos anteriores, possam optar por suspender o pagamento dessas obrigações até agosto de 2020.

Anteriormente, a MP 927/2020 previa a possibilidade de suspensão até maio, devido a crise provocada pelo Coronavírus. As novas diretrizes estão inseridas na Resolução 961/20 publicadas no Diário Oficial da União.

Inadimplência

Além disso, a medida garante que os empresários não tenham seus parcelamentos cancelados automaticamente em caso de inadimplência, como prevê a resolução nº 940/2019.

A decisão inclui também a possibilidade de novas contratações para parcelamentos de dívidas do FGTS, com carência de 90 dias para pagar. A medida vale enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pelo Governo Federal, ou seja, até 31 de dezembro de 2020.

“Há a previsão da empresa ficar seis meses sem ter que pagar para não ter rescindido o parcelamento. Para as novas contratações que forem feitas durante o estado de calamidade, a empresa também pode aderir a esse parcelamento e ter um prazo de três meses para fazer o pagamento, salvo no caso das parcelas rescisórias”, explicou o conselheiro Guilherme Lazarotti, Procurador-geral da Fazenda Nacional.

Suspensão FGTS

A Medida Provisória 927/2020, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, prevê que as empresas possam suspender o recolhimento do FGTS dos funcionários.

Segundo a MP, o valor deverá ser pago em até seis parcelas, entre julho e dezembro deste ano, sem multas ou encargos. A medida vale para todas as empresas, independente, do número de funcionários e da atividade econômica, incluindo empregados domésticos.

Todo o processo pode ser feito pela internet, sem precisar ir a uma agência bancária. No caso do empregador doméstico, pelo eSocial. Nos demais casos, pelo SEFIP, o Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social, um aplicativo desenvolvido pela Caixa voltado para o empregador.

Fonte: Portal Contábeis

Serviços da ANTT continuam funcionando durante a pandemia de coronavírus

O SETCARCE comunica a todos os transportadores que o atendimento da ANTT está sendo realizado de forma remota devido à pandemia do novo coronavírus (COVID-19). Para ser atendido, basta deixar a documentação exigida na Entidade ou entrar em contato direto com:

Rafaele Lima – secretaria@setcarce.org.br – (85) 9.9820.0339

Desconto

Transportadoras associadas ao SETCARCE tem descontos especiais para inclusão de cadastro e recadastramento. Aproveite este benefício exclusivo!

Documentos

Consulte aqui SETCARCE.ANTT os documentos exigidos para o RNTRC e as taxas vigentes.

 

Demanda por transporte rodoviário de cargas no Brasil tem melhora semanal, revela pesquisa do Decope

Já são onze semanas de acompanhamento e a situação continua preocupando o setor

A demanda por transportes rodoviários de cargas no Brasil terminou a última semana com queda de 39,7% em relação aos níveis anteriores à pandemia de coronavírus, uma melhora de cerca de 1,6% ante a semana anterior, indicou pesquisa da Departamento de Custos Operacionais da NTC&Logística (Decope) divulgada na terça-feira.

De acordo com o levantamento da associação, que verifica os níveis de demanda desde meados de março, quando os impactos econômicos da pandemia começaram a se acentuar, esse é o melhor resultado desde a semana encerrada em 5 de abril -à ocasião, havia queda de 38,7%.

O pior momento da demanda ocorreu na semana de 13 a 19 de abril, quando a sondagem atingiu recuo de 45,2%. Após uma recuperação, nas duas semanas anteriores à pesquisa atual o nível da queda havia permanecido em torno de 41%. Na contagem mensal, maio terminou com melhora de cerca de 3 pontos percentuais em relação a abril, apresentando queda de 40,77% na demanda, segundo o Decope.

Na última semana, houve ainda uma leve melhora no percentual de empresas que tiveram queda no faturamento desde o início da crise sanitária, que agora figura em 93%. Ainda assim, é o segundo maior nível visto até o momento, perdendo apenas para os 94% registrados na semana anterior.

Segundo o presidente da NTC&Logística, Francisco Pelucio “essa é uma situação que ainda preocupa, mesmo sendo um número menor em relação à semana anterior, ainda é alto. Estamos torcendo para que a retomada aconteça, mesmo que aos poucos, dando atenção e os devidos cuidados com a higiene, para manter a saúde de todos os envolvidos”.

Para cargas fracionadas, que contêm pequenos volumes, a sondagem mostrou uma melhora de 2,7 pontos na comparação semanal, com a queda alcançando 38,65%. Entre o setor menos afetado está o de supermercados (-25%), enquanto o mais atingido é o de shoppings centers (-64,64%).

Já para cargas lotação, que ocupam toda a capacidade dos veículos e são utilizadas principalmente nas áreas industriais e agrícolas, a retração chegou a 40,25%, melhora de 1 ponto em relação à semana anterior. Nesse quesito, supermercados (-12,75%) voltam a apresentar um dos melhores desempenhos.

O agronegócio, que vinha sendo um dos segmentos menos afetados, aprofundou a queda para 32,36% e já perde em demanda para parte dos segmentos industriais, bem como para o setor de combustíveis. O pior desempenho, porém, é o da indústria automobilística, com recuo de 56,10% no período.

A NTC&Logística continuará fazendo o acompanhamento com as empresas do setor até o fim da crise.

Fonte: NTC&Logística

Cinco lições que a crise do coronavírus está trazendo para as empresas

Fonte: NTC&Logística

Artigo

A crise trazida pelo coronavírus já é considerada por muitos a pior desde a grande depressão de 1929. O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (Iace), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), em parceria com o The Conference Board (TCB), caiu 10,1% em abril na comparação com março, passando de 112,6 para 101,2 pontos. Segundo a FGV, essa é a pior queda da série histórica iniciada em 1996 e já mostra os impactos econômicos trazidos pela covid-19.

Ainda de acordo com o Indicador da FGV, os índices de Expectativas da Indústria, Serviços e Consumidores foram o que mais contribuíram negativamente para o resultado, mostrando recuos na margem de 46,6%, 33,5% e 28,9%.

Porém, assim como nas outras crises, o mundo  empresarial está aprendendo a lidar com esse momento e tirará lições para aprimorar seus processos e conseguir se destacar mesmo em meio ao caos da pandemia.

Pensando nisso, listei cinco lições que podemos tirar dessa crise para sairmos dela fortalecidos e com uma nova e aprimorada visão de mundo.

1 – Adaptação e criação de novas oportunidades

Lembre-se a GOL nasceu durante uma das maiores crises da aviação (antes da atual é claro) que foi o 11/09. Veja quais mercados se assemelham ao seu para expandir suas operações, olhe para dentro de casa e analise seus pontos fortes que te trouxeram até aqui, sua melhor qualidade pode se tornar um produto (seu sistema, seus processos, sua gestão, consultoria e etc).

2 – Reuniões e trabalho online

Já virou clichê falar disso, mas poucos percebem a possibilidade que isso traz de te aproximar dos clientes e familiares. Use essa ferramenta com maior frequência, pois ficou mais fácil marcar reunião com aquelas pessoas extremamente ocupadas.

A tecnologia é extremamente benéfica para a vida atualmente, porém em muitas empresas víamos certo receio de utilizá-la para trabalho e reuniões. Com o coronavírus, fomos obrigados a aceitar essas condições, começamos a trabalhar home Office com uma frequência muito maior e em diferentes setores, essa prática tem dado certo.

3 – Otimização de processos

Clichê número dois no cenário atual, mas as crises são os melhores momentos para fazer mudanças radicais nas empresas e otimizar seus processos, investindo em tecnologia e entregar mais com menos. Todos estão abertos a mudanças e serão muito menos resistentes.

4 – Importância de ter um comitê de crise

Estamos em um momento de extrema incerteza, ou seja, os principais tomadores de decisão não têm todas as respostas e não tomarão as melhores decisões uma vez que o cenário está mudando todos os dias. É fundamental entendermos que ter pessoas especializadas e focadas no bom desenvolvimento da empresa durante o período de crise será um diferencial para seu negócio. Aqui na Flash Courier temos uma reunião diária com mais de 20 pessoas para dividir todas as decisões: redução da jornada de trabalho, medidas de segurança, contingências, planos a, b, c, d, e, f.

5 – Digitalização

O mundo atual pede que nossas empresas estejam conectadas em diversos aspectos. Você precisa oferecer serviço e suporte online, um site decente e com ferramentas funcionais, além de usar a tecnologia nos processos do seu negócio. Quem não estiver muito conectado com as novas tecnologias e melhoria dos seus sistemas estará fora do “novo normal”. Ex: no começo do ano seria impossível convencer um dono de uma pequena loja de frutas. Hoje, por conta da necessidade, ele tem serviço de delivery e atende vários canais digitais.

 

Guilherme Juliani 

CEO da Flash Courier

BNB: novo presidente quer focar em logística, saúde e educação

Fonte: Diário do Nordeste

Alexandre Borges Cabral também quer abrir oportunidades de reconstruir cadeias produtivas no Nordeste no período após a pandemia. Ele toma posse do cargo na manhã de hoje (2), na sede do BNB, em Fortaleza

O nome do novo presidente teria sido indicado pelo deputado federal Júnior Mano (PL)

 

Eleito ontem (1º) pelo Conselho de Administração do Banco do Nordeste (BNB) como novo presidente da Instituição, Alexandre Borges Cabral disse que tem como um dos focos de sua gestão o mercado de logística, os serviços, além da integração produtiva entre diversos setores, como agropecuária e indústria. Cabral chegou, ontem à noite, a Fortaleza, onde toma posse no cargo na manhã de hoje (2), na sede do banco, na Capital. Ele assume o lugar de Romildo Rolim.

“O banco é a grande instituição de desenvolvimento da região. Temos a expectativa de atuar em algumas falhas de mercado: infraestrutura logística, setor de serviços com foco nas carências como saúde e educação, além de integração produtiva, quer seja no setor agropecuário, quer na indústria”, afirmou.

Segundo ele, o Nordeste vai ter muitas oportunidades de retomar cadeias produtivas no período pós-pandemia e de reforçar as políticas econômicas para micro e pequenas empresas nordestinas.

“Acredito que o mundo pós-pandemia vai abrir muitas oportunidades de reconstruir cadeias produtivas no Nordeste brasileiro. Trará grandes oportunidades para micro e pequenos negócios, que já é um dos focos do banco. E temos certeza de conseguir alcançar todas essas frentes contando com o apoio do qualificado corpo de funcionários do Banco do Nordeste, um excelente time do qual faço parte há mais de 30 anos”.

O nome do novo presidente teria sido indicado pelo deputado federal Júnior Mano (PL), eleito no Ceará, e membro do grupo político batizado de Centrão, cuja aproximação com o presidente Jair Bolsonaro tem sido visível nos últimos dias. Na última quinta-feira (28), Bolsonaro assegurou que não havia negociação para entrega de ministérios, bancos públicos ou empresas estatais em troca de apoio político.

O então presidente Romildo Rolim, também funcionário de carreira do BNB, estava no cargo desde 27 de dezembro de 2017. Rumores sobre a troca da presidência do banco surgiram desde a posse de Bolsonaro, em janeiro do ano passado. Fontes ouvidas pela reportagem disseram que não havia qualquer rumor de substituição no BNB ao longo da última semana.

Perfil

Profissional com 34 anos de experiência na área financeira e funcionário de carreira do BNB, Cabral foi também presidente da Casa da Moeda do Brasil (2016-2019) e coordenador da área de Atração de Investimentos do Governo do Estado do Ceará (2004-2007). Recentemente, atuava como executivo no Escritório de Promoção e Atração de Investimentos e Relacionamento Institucional do Banco do Nordeste no Rio de Janeiro.

Alexandre Cabral é administrador, formado pela Universidade Estadual do Ceará, com MBA pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais, curso de Avaliação Financeira e Econômica de Projetos Industriais, pela Universidad de Los Andes, na Colômbia, e especialização nas áreas de Crédito Rural, Crédito Industrial e Crédito à Infraestrutura, pelo Banco do Nordeste.

Balanço

Em 2019, os aportes da instituição com recursos próprios e do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) geraram ou mantiveram 618,2 mil empregos no Ceará. Ao todo, foram aplicados R$ 8,2 bilhões no Estado, distribuídos em 1,79 milhão de operações, um crescimento de 7% em financiamentos.

O volume aplicado no Ceará no ano passado representa 20% do total desprendido pelo BNB em todo a região de atuação do banco, que inclui os estados do Nordeste e norte de Minas Gerais e do Espírito Santo (R$ 42,16 bilhões).

A instituição aplicou mais de R$ 4,1 bilhões do FNE no Ceará, em mais de 75 mil operações em 2019. Cerca de 64% dos recursos do Fundo foram para micros, pequenas ou pequenas-médias empresas. As médias e grandes empresas tiveram os 36% restantes.

Câmara aprova prorrogação da desoneração da folha até dezembro de 2021

Foto: Jorge William / Agência O Globo

Medida estava no texto-base MP 936, que permite a redução de jornada de trabalho e salário em até 70% durante a crise do coronavírus

A Câmara dos Deputados aprovou hoje, em votação simbólica, o texto-base da Medida Provisória (MP) 936, que permite a redução de jornada de trabalho e salário em até 70% durante a crise do coronavírus. Apesar de não atender a todos os pedidos da equipe econômica, o relator Orlando Silva (PCdoB-SP) conseguiu garantir apoio da maioria do partido para que o texto fosse colocado em votação. Agora, parlamentares analisarão os destaques da proposta.

A MP permite a redução proporcional de trabalho e de salário, por até 90 dias, em 25%, 50% e 70%. A proposta prevê o pagamento pelo governo de um benefício emergencial para complementar a renda dos trabalhadores que tiverem redução salarial, além de permitir a suspensão temporária dos contratos de trabalhos por 60 dias.

Pouco antes da votação, o relator seguia conversando com a equipe econômica em busca de um acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e seus comandados, o que acabou não aconteceu integralmente. Alguns trechos mantidos no parecer desagradam o governo.

Após ser pressionado pelo governo, o relator alterou o trecho que trata da prorrogação da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia como forma de compensar as empresas durante e após a pandemia do coronavírus. Inicialmente, Orlando queria prorrogar o benefício até 31 de dezembro de 2022, mas foi convencido a alterar a prorrogação até dezembro de 2021. A lei atual prevê que o benefício será concedido apenas até o fim deste ano.

A desoneração permite que empresas desses setores – empresas de construção civil, call center, calçados, têxtil e de comunicação, entre outros – possam contribuir com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre o faturamento bruto, em vez de 20% de contribuição sobre a folha de pagamento para a Previdência Social.

Outra mudança feita no texto e mal recebida pelo governo foi relacionada à base de cálculo do benefício. No parecer de Orlando, a base passou a ser a média aritmética simples dos salários dos últimos três meses anteriores à celebração do acordo entre empregado e empresa, fixando teto de três salários mínimos. Caso o cálculo seja inferior a um salário mínimo ou superior a três, terá que ser ajustado para respeitar esses limites.

Outra alteração feita foi em relação à participação de sindicatos nos acordos. Poderão fazer acordos individuais quem recebe até dois salários mínimos (até R$ 2.090) ou acima de duas vezes o teto do Regime Geral da Previdência Social (acima de R$ 12.202,12). Fora dessas faixas, os acordos são obrigatoriamente coletivos.

O relator também incluiu no parecer a possibilidade de o governo, por meio de regulamento, prorrogar o programa, desde que respeitando o período do estado de calamidade pública decretado pelo Congresso até o dia 31 de dezembro.